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Advogado Fora da Curva

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Você se considera um Advogado Fora da Curva? Se sim, saiba que você não está sozinho – e nós enxergamos vocês. Em muitas situações no ambiente de trabalho, esse tipo de profissional se sente um peixe fora d’água. Ele se formou, tem experiências que mais se pareciam com uma atuação teatral, usa vestimentas formais, utiliza o latim na comunicação, mas nada disso faz sentido. Já se sentiu assim?

O Advogado Fora da Curva tem um perfil que não condiz com o tradicionalismo e rigidez do Direito. E isso não quer dizer enaltecer ou diminuir determinado estilo de profissional. Nosso objetivo com esse texto é apenas demonstrar que esse perfil de advogado existe e que é ótimo tê-los nesse mercado!

O perfil do Advogado Fora da Curva

A advocacia precisa de planos ousados e inovadores, porque deve acompanhar as mudanças sociais. Por isso, ela precisa do Advogado Fora da Curva. Ser fora da curva não é ruim, pelo contrário: é necessário, como qualquer outro perfil na advocacia. Esse advogado está presente em todos os lugares: escritórios de advocacia, departamentos jurídicos de pequenas e grandes corporações, startups e academia.

Ser fora da curva é a minoria. É um perfil de profissional, em geral, que possui poucos representantes. Mas eles são extremamentes necessários para colocar o mercado à prova, quebrar paradigmas e mudar o mindset. Ele carrega os traços do advogado empreendedor.

Muitos enfrentam a resistência do olhar tradicionalista do Direito. “Aquele jovem advogado pensa muito em tecnologia e redes sociais, não deve saber muito sobre Direito Processual Civil”, diria o advogado de 63 anos do escritório mais tradicional da cidade. Mas pensar nesses assuntos é se adequar a um mercado que sofre a transformação digital.

É ter capacidade de realizar um marketing jurídico digital e ampliar a cartela de clientes. É ter a destreza de adotar ferramentas para otimizar a produtividade das equipes ao otimizar os processos internos. O Advogado Fora da Curva é, antes de tudo, um amante da inovação. E não estamos falando apenas de inovar com soluções tecnológicas, mas com comportamentos progressistas que se adequam aos diversos perfis de stakeholders.

Empatia para se comunicar com clareza

Empatia é a tentativa de se colocar no lugar do outro. Ainda que seja impossível para um indivíduo compreender o lugar de onde o outro fala, ele pode imaginar como ele se sente e enxerga o mundo. Esse exercício no ambiente de trabalho é característico do Advogado Fora da Curva.

Isso porque, por muito tempo e em muitos casos, advogados tendem a supor o problema e propor uma solução antes de entender o cliente. Em âmbito interno, o gestor sequer ouvia sua equipe para desenvolvê-la a partir do olhar dela sobre o negócio.

Mas há uma mudança comportamental que é adotada pelo Advogado Fora da Curva, que é o de empregar a empatia nos departamentos jurídicos e escritórios, perante seus colegas de trabalho e clientes. E isso nada mais é do que escutar antes de agir. Considerar a realidade do outro para determinar uma ação. Uma pessoa empática percebe as diferentes perspectivas e adequam a situação a elas.

Já ouviu falar em Legal Design? É a aplicação de princípios do design no Direito, com base nos pilares simplicidade, experiência do usuário e foco no ser humano e na inovação. O Advogado Fora da Curva, com sua empatia, é o profissional mais adequado para adotar essa metodologia de ação.

Colaboração

Quem nunca passou pela situação de perder uma aula no colégio e, no dia seguinte, pedir o caderno do coleguinha para copiar a matéria? Certamente, pessoas com mais de 25 anos já passaram por isso. E sempre nos deparamos com dois tipos de colegas: o que não se importa em emprestar e ainda explica o conteúdo, e aquele que jamais empresta. Em geral, o segundo perfil é colocado de lado. E por quê? Porque não há colaboração.

A colaboração é uma característica inerente ao Advogado Fora da Caixa. Ele não se importa em trabalhar junto, em procurar fazer interações multidisciplinares do Direito com outras áreas, como tecnologia e inovação. Pelo contrário, ele entende que isso é necessário e intrínseco à nova forma de pensar o mercado jurídico.

É claro que ele não se esquiva de se capacitar nas disciplinas tradicionais, como Direito Civil, Processual Civil, Penal, Tributário e Administrativo. Mas sabe que é muito importante integrar os dois mundos e colaborar com todos os profissionais para resolver novos problemas que aparecem no escritório.

Por isso, a colaboração envolve também a expansão dos conhecimentos para além do Direito. Desenvolver outras competências técnicas para ser um profissional mais capacitado para colaborador é uma prática do Advogado Fora da Curva.

Inclusão

Dentro dessa ideia de empatia e colaboração, o Advogado Fora da Curva também apresenta outra característica interessante: a inclusão. Se ele ocupa a posição de gestor de um escritório ou departamento jurídico, ele faz questão de incluir toda a sua equipe antes de tomar decisões. Seu pensamento colaborativo sabe que a inclusão de pessoas com pensamentos e experiências diferentes pode levar a soluções inusitadas e eficazes. Uma equipe plural pensa melhor, e esse profissional sabe disso.

Um gestor Fora da Curva possui a inteligência emocional necessária para manter sua equipe sempre motivada por meio da inclusão. Isso significa trazê-la para perto em todas as situações possíveis, estabelecendo um diálogo aberto e conferindo feedback para que todos os seus profissionais consigam melhorar sua satisfação no trabalho e seu desempenho.

O Advogado Fora da Curva possui todas as habilidades de um bom advogado e vai além. Ele é inovador e disruptivo por natureza. Utiliza a tecnologia para se aliar ao que o mundo oferece de mais eficaz sem se esquecer dos conhecimentos técnicos e das habilidades comportamentais. É, sem dúvidas, um profissional desejável em qualquer ambiente de trabalho.

Inclusive, é muito comum que esse tipo de advogado utilize um software jurídico parametrizável, que acompanha a evolução do jurídico, como o CPJ-3C. Que tal conhecê-lo?